Justiça desfaz um mito

A Justiça maranhense tem corrido atrás dos prejuízos deixados pelas administrações dos ex-prefeitos Humberto Coutinho e Leo Coutinho, que comandaram a cidade de Caxias de 2004 até 2016. Apenas neste ano, os Coutinhos já tiveram duas condenações Justiça referente a péssima gestão que fizeram dos recurso públicos caxiense.

A primeira condenação veio em setembro, quando Procuradoria Federal junto ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (PF/FNDE), conseguiu assegurar a indisponibilidade de bens e ativos financeiros de quase R$ 1 milhão do ex-prefeito Humberto Coutinho (falecido), acusado de improbidade administrativa por irregularidades na aplicação de recursos repassados através do Programa Nacional de Transporte Escolar – PNATE, a partir do ano de 2012.

Na segunda, já no mês de novembro, o Ministério Público do Maranhão ingressou com uma Ação Civil Pública contra o ex-prefeito de Caxias Léo Coutinho, outras 10 pessoas, além de duas empresas. A denúncia é sobre irregularidades em um processo licitatório de 2013 para locação de veículos compactadores de lixo.

A Ação Civil Pública requer que a Justiça determine o bloqueio dos bens de todos os envolvidos até R$ 5.443.400,00, além do pagamento de dano moral coletivo em valor não inferior a R$ 5 milhões.

Se condenados por improbidade administrativa neste segundo caso, os citados da denúncia também estarão sujeitos à perda a função pública e suspensão dos direitos políticos.

Tantos problemas na Justiça servem até como alerta para a população. Se no passado eles não souberam administrar os recursos públicos, a ponto de hoje terem tantos problemas com a Justiça, por que deveriam mais uma vez receber a confiança da população?

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