Cai uma máscara

Uma postagem no Facebook balançou a oposição em Coelho Neto. Um perfil cujo a identidade não ainda pôde ser verificada/confirmada apresentou ontem, sexta-feira (11/01), um documento que teria sido preparado pelo Grupo João Santos como resultado de uma auditoria interna nas empresas Itajubara S/A, Itapagé S/A, Itabuna S/A, e AGRIMEX S/A no ano de 2003. Estas empresas estão localizadas em Coelho Neto e, coincidentemente, desde então atravessam grave crise financeira, que levou a milhares de demissões e ao fechamento da Itapagé S/A. 
O suposto Relatório de Auditoria Interna Nº 002/2003 fala sobre movimentações atípicas nas contas das empresas do Grupo João Santos em Coelho Neto. De acordo com o que está escrito lá, alguns funcionários da empresa lançavam valores a mais nos próprios salários, se aproveitando do cargo e função que ocupavam. 
Em uma trecho do relatório consta a seguinte anotação: “lançaram valores a maior nos relatórios enviados ao banco do Brasil, referente aos salários a serem creditados em suas contas correntes e em contas correntes de outros funcionários”
No caso específico que é tratado na pela postagem feita no Facebook, o então funcionário da AGRIMEX S/A, que atualmente é professor efetivo do município, tendo ocupado cargo de confiança na gestão do ex-prefeito Soliney Silva (MDB), teria recebido a mais em seu salário o valor de R$ 66.397,51 (sessenta e seis mil, trezentos e noventa e sete reais, e cinquenta e um centavos) em 2001, o que seria equivalente na época a 368 salários mínimo; e R$ 99.718,46 (noventa e nove mil, setecentos e dezoito reais, e quarenta e seis centavos) em 2002, que seria equivalente a 498 salários mínimo daquele ano. 
No total, esse senhor teria ficado com precisamente R$ 166.166,99 (cento e sessenta e seis mil, cento e sessenta e seis reais, e quarenta e nove centavos), uma pequena fortuna naquela época.

O blog Observatórios dos Cocais conversou com alguns ex-funcionários do Grupo João Santos sobre o documentos em questão. Todos os que foram consultados confirmaram que existiu sim um auditoria nas empresas em Coelho Neto, que foi feita por funcionários que vieram de Recife apenas para isso. Também confirmaram que houve demissões em decorrência dessa auditoria, mas que ninguém nunca viu o relatório além do envolvidos, e que o assunto sempre foi abordado pelos demais funcionários “à boca pequena”.   

Agora o curioso, é ver esse senhor hoje pagando de bastião da ética e moralidade nas redes sociais e ruas de Coelho Neto, querendo dar lição de moral nos outros, andando pelas ruas como se fosse um “bom moço”.

Aliás, não é curioso, é apenas absurdo e um grande hipocrisia.

Confira a polêmica postagem abaixo: 

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